Avanço do plantio no Brasil e queda do dólar levam a alta da soja
O contrato de soja para novembro/22 fechou em alta de 0,74%% ou $ 10,50 cents/bushel a $ 1427,50 na sexta-feira, dia 18/11
A alta das cotações de soja refletiu a queda do dólar, que melhorou a demanda do produto americano em relação ao brasileiro. Mas, ela foi contrabalanceada pela queda do petróleo, que tira incentivo de mistura com biodiesel e pelos relatórios de menor demanda chinesa em outubro. Avanços do plantio no Brasil também pressionaram os preços.
O contrato de soja para novembro22 fechou em alta de 0,74%% ou $ 10,50 cents/bushel a $ 1427,50. A cotação de maio23, que já está sendo negociada no Brasil, fechou em alta de 0,75%, ou $ 10,75 cents/bushel a $ 1439,25. O contrato de farelo de soja para outubro fechou em alta de 1,18% ou $ 4,8/ton curta a $ 410,5 e o contrato de óleo de soja para outubro fechou em alta de 0,93% ou $ 0,67/libra-peso a $ 72,80.
O IGC elevou sua perspectiva de produção mundial de soja em 2 MMT para 388 MMT. O comércio global aumentou em 1 para um desempenho inalterado de 54 MMT. Enquanto isso, na Argentina, a Bolsa de Cereales projetou a safra de soja em 47,8 MMT para a temporada 22/23, uma queda de 2% em relação à previsão anterior, citando o início seco e atrasado.
