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Preços do milho na CBOT continuam em queda

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Preços do milho na CBOT continuam em queda

Investidores operam focados no ajuste de suas posições horas antes do relatório de oferta e demanda de março

Os preços do milho na Bolsa de Chicago (CBOT) iniciaram a manhã de quarta-feira operando com leves perdas, cotados em U$ 6,33/maio. Ontem, houve queda de 3 cents. A BMF trabalha em R$ 86,25/março (-0,5%) e R$ 87,10/ julho (-0,4%). Investidores operam focados no ajuste de suas posições horas antes do relatório de oferta e demanda de março, que será apresentado pelo USDA logo mais à tarde.

Segundo o analista de mercado, Camilo Motter, da Corretora Granoeste de Cascavel/PR, o mercado aguarda certo aumento dos estoques norte-americanos de milho. As exportações seguem lentas e, por isso, os estoques tendem a ficar mais robustos. Os números de embarque mostram esta realidade. Até agora foram despachadas apenas 15,3MT, ante 24,8MT do mesmo período do ano passado. Por outro lado, os estoques globais tendem a apresentar certa redução.

A grande expectativa do relatório, porém, é em relação à Argentina, que deve ter mais cortes na produção, para algo como 43,0MT, ante 47,0MT de fevereiro. Isto representa perda de pelo menos 8,0MT em relação às projeções iniciais.

Enquanto isto, a Bolsa de Grãos de Buenos Aires estima a produção de milho do país em 41,0MT, e já prevê a possibilidade de novos cortes caso a produtividade das colheitas precoces continue apresentando baixas.

Motter destaca que para o Brasil, a produção é avaliada estável, em 125,0MT. Contudo, a CONAB aponta produção para a safra brasileira, na temporada 2022/23, em 123,7MT.

Segundo o DERAL, a colheita de milho verão no PR chega a 34%. A área é estimada em 10% menor em comparação com a temporada anterior. As condições das lavouras são: 83% boas; 16% regulares e somente 1%, ruins.

De acordo com a EMATER/Rio Grande do Sul, a quebra na safra de milho no estado deve ficar acima dos 40%, com produção estimada na faixa de 3,6MT, ante uma projeção inicial de 6,1MT. A área semeada ficou 2,5% menor em comparação com a do ano passado.

Mercado interno se mantém em ritmo bastante lento; o foco segue direcionado para a logística da soja, fazendo com que os preços dos fretes subam de forma acentuada e cortem as indicações de preço no FOB também para o milho. Contrariamente, os problemas climáticos na Argentina e o conflito no Leste Europeu concorrem para promover sustentação aos preços.

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Editor RuralNews
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