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Quarentena mais restritiva em 7 regiões é anunciada no pior dia da Covid-19 no Paraná

Foto do autor Francieli Galo
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Quarentena mais restritiva em 7 regiões é anunciada no pior dia da Covid-19 no Paraná
Governador Ratinho Júnior durante entrevista coletiva

Essa terça-feira, dia 30, o Estado bateu o recorde de 36 mortes e 1.536 novos casos incluídos nas últimas 24 horas

Em coletiva na tarde desta terça-feira, dia 30, o governador do Paraná, Ratinho Junior, anunciou o novo decreto que será publicado pelo governo onde determina uma “quarentena mais restritiva” em setes regiões do Estado. Essas regiões incluem Curitiba, que conta com números mais críticos da pandemia de covid-19. As novas regras passam a valer nesta quarta-feira (1º) e tem prazo de 14 dias, mas não incluem o lockdown total.

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As regionais que terão a quarentena são Curitiba e Região Metropolitana, Cascavel, Cianorte, Cornélio Procópio, Foz do Iguaçu, Londrina e Toledo.  As restrições ao setor econômico, especialmente no comércio, buscam diminuir o fluxo de pessoas nas ruas e ônibus para evitar a proliferação do vírus.

O decreto suspende serviços não essenciais, o que significa o fechamento de shoppings, comércio, academias, clubes e salões de beleza, por exemplo. Procedimentos cirúrgicos eletivos também estão suspensos para existir controle dos medicamentos sedativos.
Segundo o governador, “o decreto pensa de forma regional para resolver problemas de todos. “A região está com alto índice de contaminação e temos que parar aquela região. Por isso é uma determinação”, afirmou. O Governo do Estado espera que com as medidas,  haja aumento no índice de isolamento.

Essa terça-feira, dia 30, foi o pior dia da pandemia no Estado, somando o recorde de 36 mortes e 1.536 novos casos incluídos no balanço da Sesa (Secretaria de Estado da Saúde) nas últimas 24 horas. 

SEM LOCKDOWN 

Quanto às chances de lockdown, o governador admitiu que pode ser decreto no futuro caso a situação piore. “Existe a possibilidade. A gente entende que se a gente conseguir fazer medidas, vamos frear a curva. Se a gente conseguir, nos dá tranquilidade ao setor da Saúde para atender a população e não deixar colapsar o sistema econômico”, apontou.

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